sexta-feira, 13 de março de 2015

MANUTENÇÃO EM MAQUINAS DE LAVAR ROUPAS - SÃO CARLOS-SP




REFRIGERAÇÃO FACHINETTI
A MAIS DE 40 ANOS ATENDENDO SÃO CARLOS E REGIÃO!
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VALDECIR OU ODIRLEI

A TRAJETÓRIA DO PROFESSOR FÁBIO FELIPE JAMAICA


Maratonista, sou mais conhecido como "Jamaica" porque eu lutava capoeira, de lá veio o apelido.
Trabalhei em uma multinacional como encarregado da produção e nos finais de semana fazia manutenção nos robôs com os engenheiros e preparadores.
Participando dos jogos Industriários incentivado pelo amigo Oséias percebi que levava jeito para a corrida, a partir dai começou meu Projeto de Vida!
Comecei a estudar tudo o que era necessário para chegar a elite principal do atletismo brasileiro tipo patrocínio, locais de treinamento, objetivos que eu pretendia atingir com a corrida, objetivos nos estudos etc...
Com isso tive a oportunidade de conhecer o técnico Cláudio Ribeiro(Ex-treinador de Maria Zeferina Baldaia) que me treinou durante cinco anos.
Como no início tudo é difícil passei por uma barra para continuar com meu sonho. Treinava de madrugada e depois ia para o serviço, a tarde treinava de novo. Foram mais de cinco anos assim.
Comecei a me destacar em competições na região e então, seguindo meu (Projeto de vida) chegara a hora de apostar tudo na corrida de rua.
Consegui montar uma pequena estrutura, parecida com a dos atletas da elite com fisioterapeuta, nutricionista, fisiologista, e também consegui um importante apoio da mídia falada, escrita e televisionada que conheceram meu trabalho me apoiaram, mesmo eu ainda não sendo um corredor famoso.
Essa credibilidade dada por eles me levaram a conquistar o apoio de algumas empresas da minha cidade e com isso consegui chegar ao pelotão de elite da Corrida Integração entre outras competições fora do estado de SP.
Toda essa mudança de vida acredito que foi devido ao "Projeto de Vida" que fiz e coloquei em prática, eu fiz ele acontecer, as dificuldades transformei em forças e tudo isso em vez de me desanimar me jogava pra frente em busca dos meus ideais. É correr atrás para um dia correr na frente. Minha esposa, meu pai e meus amigos foram a base da minha vida e me ajudaram a chegar onde estou hoje, muitos deles realizam comigo o sonho de ser campeão nas corridas e na vida. AMO TODAS ESSAS PESSOAS!
Sei da minha importância no atletismo e por isso que voltei a estudar, essa volta está agregando mais conhecimento e melhorando meu vocabulário, feito que vai me ajudar a divulgar a corrida de rua na minha região e em todo estado brasileiro por onde eu passar.
Alguns me chamavam de louco por eu ter largado tudo para correr atrás do meu "Projeto de vida", mas com o apoio da minha esposa e do meu pai provei que estavam errados. Agora os mesmos que me chamavam de "Louco" e incapaz, hoje me chamam de "Professor do Projeto Atletismo como Instrumento de Educação" Com humildade se consegue tudo nessa vida!
Vou levar minha história às crianças do Brasil, na minha opinião o esporte é mais uma opção para alguns a única maneira de fugir da desigualdade social(POBREZA). Atletas em destaque recebem patrocínios, bolsas de estudo e melhores oportunidades para se desenvolver no esporte. Tente imaginar quantos atletas bons temos perdidos pela periferia da cidade, só esperando que alguém os descubram e aposte no seu potencial atlético.
Lute pelos seus ideais, faça-os acontecer, aposte no atletismo. Se não se tornar atleta existe um leque de opções que o esporte vai te proporcionar, pense nisso e apresente o atletismo a seus filhos. Dê a eles a oportunidade de sonhar com um futuro melhor através do esporte, existe mais esse caminho.
Sei que é difícil, mas é preciso tentar, inovar, batalhar pelo ideal!
Melhor tentar e errar, aprender com o erro, que depois ficar se lamentando de não ter tentado!!
Meus mais sinceros agradecimentos a todos os empresários que de alguma maneira investem no atleta amador e a todos que realizam comigo o sonho de ser campeão, nas corridas, no trabalho e na vida!
Insista...
Persista...
Conquista...
Fábio (Jamaica)
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Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
Mário Quintana
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terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

PLANO DE AULA SALTO TRIPLO

"NÃO SE ESQUEÇAM DE CITAR AS REFERÊNCIAS"

Introdução
Nos primeiros anos do atletismo moderno os melhores saltadores eram irlandeses e escoceses.
No salto triplo Irlandês os três saltos eram executados sobre a mesma perna (esquerda, esquerda, esquerda ou direita, direita , direita).
O salto triplo desenvolvido com passadas que se sucediam foi criado na Alemanha (direito, esquerdo, direito ou esquerdo, direito, esquerdo).
No início dos Jogos Olímpicos Modernos (1896) foi oficializado a seqüência de saltos esquerdo-direito ou inverso. Esta seqüência tem a designação inglesa de “hop, step and jump”, são as seguintes:
Primeiro vôo: o pulo (hop), Segundo vôo: o passo (step), Terceiro vôo: o salto (jump)
Melhores triplistas brasileiros em Olimpíadas
Ademar Ferreira da Silva
Nelson Prudêncio
Mundiais de Atletismo
João Carlos de Oliveira
Objetivo do plano de aula
Apresentar às crianças a história da modalidade do atletismo salto triplo realizando um plano de aula utilizando materiais recicláveis.
Após a parte teórica realizaremos atividades de maneira lúdica deixando um pouco de lado as rígidas regras das competições.
Visamos promover aos nossos alunos atividade física, promoção da saúde, interação social, espírito de aventura, valorização da natureza e do atletismo.
Idade
7 a 10 anos
Tempo estimado das atividades
Mínimo de 10 minutos em cada situação de aprendizagem e no máximo 50 minutos total em período pós-aula.
Metodologia
Para desenvolver as atividades de salto triplo utilizaremos os seguintes materiais:
9 Pneus (bambolês)
4 Caixas de papelão (barreiras)
3 Garrafas pet (cones)
2 Caixas de tinta guache
Guia (caso tenha alunos deficientes visuais)**
Giz e apito
As crianças ajudarão na confecção do material que será usado na aula, pintando as peças com a tinta guache. As cores chamativas tendem a estimular as crianças a participarem ativamente e cuidarem melhor do material.
Teremos como responsáveis pelas atividades um professor de Educação Física e quatro estagiários na área.**
Esse número de profissionais atende a uma sala de até 30 alunos, importante para que as crianças sigam em atividade sem esperar muito, fator que pode desestimular o aluno. Caso seja necessário o estagiário (guia) virá a executar todas as etapas da aula com o aluno deficiente visual.
Desenvolvimento da atividade
Aproveitar esse momento para orientar sobre a importância dessas duas fases, alongamento e aquecimento antes da atividade principal, (ações didáticas).
Iniciar a atividade com um alongamento geral dando prioridade a membros inferiores pelo impacto causado nas partes articulares, musculares e ligamentares.
Em seqüência o aquecimento com brincadeiras, um trote leve ou aquecimentos específicos da modalidade como pequenos saltos e movimentos articulares. Prestaremos atenção na temperatura ambiente muito quente ou muito fria para analisar a necessidade do aquecimento.
Executar a atividade depois do aquecimento, na volta a calma dispor os alunos em círculo, sentados para discutir a aula dada.
1º Atividade
Espalhar os bambolês pela área de aula. Todos os alunos, dispostos em coluna, deverão saltar com os dois pés dentro dos bambolês, passando para apenas um dos pés, com o outro pé erguendo o braço, (Pula Saci).
Após todos passarem pelos bambolês termina a atividade.
Ressaltar a importância da lateralidade*.
Variação da atividade
Com a brincadeira “Siga o mestre” podemos passar alguns exercícios educativos de maneira lúdica já que as crianças adoram cantar e copiar o gesto dos adultos. Inserir na atividade esses movimentos específicos do atletismo é um fator de extrema importância para a coordenação da criança.*
2º Atividade
Dividir os alunos em três colunas.
Colocaremos os cones (pet) a alguns metros de distância da coluna. Ao sinal do professor, o primeiro de cada coluna corre até o cone e volta saltando com os dois pés paralelos, bate na mão do seguinte a cumprir o percurso.
Variação da atividade
Após todos executarem a atividade saltando com os pés paralelos farão a seqüência saltando apenas com perna direita, depois com a perna esquerda.
Perguntar com qual perna teve mais facilidade, pode ser que seja a perna mais forte do aluno e no geral será importante usá-la no ultimo salto*.
Aproximando da atividade específica da modalidade faremos todas as etapas do salto triplo, assim todos os alunos terão a oportunidade de vivenciar de maneira completa.
3º Atividade
Estipular no solo a distância que será colocado os três bambolês em seqüência para os saltos, iniciando-os a seguir.
1º salto + 2º salto + 3º salto = queda
Após o trabalho de saltos ensinaremos a queda com as duas pernas, importante para absorver impacto, essa preocupação é necessária caso a aula não seja dada em um gramado ou em caixa de areia.
Variação da atividade
Podemos colocar caixas de papelão de vários tamanhos entre os bambolês, deixando a caixa maior para o final, riscar o chão a seqüência dos saltos e utilizar os cones para marcar a área da corrida.
Avaliação
Criar pautas de observação para analisar as diferentes maneiras como as crianças executaram o salto triplo e o grau de desenvolvimento de cada uma delas. A partir da analise das pautas o professor pode fazer os ajustes com relação aos graus de dificuldades da atividade, com isso propor novos desafios e variações para as aulas a seguir.
Bibliografia
OLIVEIRA, M. C. M. de. Atletismo escolar: uma proposta de ensino na educação infantil.
Rio de Janeiro: Sprint, 2006
COICEIRO, G. A.. 1000 Exercícios e Jogos para o Atletismo. Rio de Janeiro: Sprint, 2005.
MIZUKAMI, M. G. N.; REALI, A. M. M. R.. Formação de professores, práticas pedagógicas e escola.
São Carlos: UFSCAR, 2002.
COSTE, Jean Claude.A psicomotricidade – Rio de Janeiro: Zahar, 1992.
FONSECA, Vitor da. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
FREIRE, J. B. Educação de corpo inteiro: teoria e prática da educação física. São Paulo: Scipione, 1989.
SOARES, C. L. Educação Física Escolar: conhecimento e especificidade. Revista Paulista de Educação
Física, São Paulo, supl.2, p.6-12, 1996.

PLANO DE AULA SALTO EM ALTURA

"NÃO ESQUEÇAM DE CITAR AS REFERÊNCIAS"



Introdução
Plano de aula sobre salto em altura
O SALTO EM ALTURA
É sem dúvida a prova do salto em altura a que teve maior emprego de novas técnicas.
Mas foi inicialmente, através das transformações do estilo Rolo Ventral, proporcionados pelo
soviético Valery Brummal, que o salto em altura ganhou novas dimensões. Finalmente, nos
Jogos Olímpicos de 1968, o americano Dick Fosbury surpreendeu a todos, ultrapassando o
sarrafo de costas.
Este novo estilo passou a ser conhecido por "Flop" e hoje tem a preferência da maioria
dos saltadores, de todos os níveis.
A TÉCNICA DO SALTO EM ALTURA
São características básicas dos bons saltadores em altura a aptidão para o salto,
agilidade e da força de impulsão.
Vários são os estilos utilizados ou já utilizados para a execução do salto em altura,
entretanto, dois deles são os responsáveis pelas melhores marcas mundiais. São eles:
- O estilo Rolo Ventral
- O estilo Flop
- O estilo tesoura é o mais simples, muito usado na iniciação escolar.
Fases
Posição de partida, corrida, impulsão, ultrapassagem do sarrafo e queda.
O ESTILO ROLO VENTRAL
Caracteriza-se pela ultrapassagem do sarrafo (barra transversal que delimita a altura a
ultrapassar) na posição de decúbito ventral.
Objetivo do plano de aula
Apresentar aos alunos a história da modalidade do atletismo salto em altura realizando um plano de aula utilizando materiais recicláveis e uma breve exposição de materiais esportivos com uma objetiva história do atletismo.
Desenvolvimento das atividades ainda com utilização do lúdico, mas já propondo disciplina, normas técnicas, e especificas do salto em altura, com algumas competições.
Idade
11 a 14 anos
Tempo estimado das atividades
Mínimo de 10 minutos em cada situação de aprendizagem e no máximo 60 minutos total em período pós-aula.
Metodologia
Para desenvolver as atividades de salto triplo utilizaremos os seguintes materiais:
Elástico comprido
6 Garrafas pet (base para o sarrafo)
9 garrafas pet ou cones
9 pneus ou bambolês
3 Cabos de vassoura (sarrafos)
2 Colchões grandes
Giz e apito
Um cordão guia de borracha**
Os alunos trarão de casa materiais recicláveis, com o intuito de envolvê-los na aula e transmitir um pouco de comprometimento e respeito com o meio ambiente.
Teremos como responsáveis pelas atividades um professor de Educação Física e quatro estagiários na área.
Esse número de profissionais atende a uma sala de até 30 alunos, importante para que todos alunos participem ativamente da aula, a exclusão ou espera pode desestimular o aluno.
Caso seja necessário o estagiário (guia) virá a executar todas as etapas da aula com o aluno deficiente visual, permitir somente que ele tenha oportunidade de colocar a mão para ver em que altura se encontra o obstáculo e executá-lo de maneira normal.
Essa consideração é devido ao entendimento é pelo fato de alguns deficientes visuais tem que ser atendidos individualmente.**
Desenvolvimento da atividade
Aproveitar esse momento para orientar sobre a importância dessas duas fases, alongamento e aquecimento antes da atividade principal, (ações didáticas).
Iniciar a atividade com um alongamento geral dando prioridade ao aquecimento e alongamento dos membros inferiores pelos constantes movimentos de impulsão que causa a elasticidade dessas áreas na hora da atividade.
Em seqüência o aquecimento com brincadeiras, um trote leve ou aquecimentos específicos da modalidade como pequenos saltos e movimentos articulares. Prestaremos atenção na temperatura ambiente muito quente ou muito fria para analisar a necessidade do aquecimento.
Executar a atividade principal depois do aquecimento, na volta a calma dispor os alunos em círculo, sentados para discutir a aula dada.
Na falta do material (colchão) para amortecer o aluno após transpassar o sarrafo, faremos apenas a vivência dos saltos em altura Rolo Ventral e Flop por serem muito técnicos e perigosos na hora da queda.
1º Atividade
Espalhar os bambolês pela área de aula. Todos os alunos, dispostos em coluna, deverão saltar com os dois pés dentro dos bambolês, passando para apenas um dos pés, com o outro pé erguendo o braço, (Pula Saci).
Após todos passarem pelos bambolês termina a atividade que serve para o professor como avaliação visual do aluno.
Ressaltar a importância da lateralidade (coordenação SKIPPING).
A partir dessa atividade saberemos qual é a perna que o aluno tem mais facilidade de executar os movimentos indicando que ele faça com que essa perna seja usada na ultima fase da corrida de impulsão, dependendo do estilo do salto será usada para impulsionar o corpo na hora da ultrapassagem do sarrafo. Mesmo tendo em mãos essa informação muito importante incentivaremos a execução das atividades com a perna que tem dificuldade também.
2ºAtividade
Uma teia de aranha com cordas elásticas será feita pelo professor na área de aula. Dividir a turma em perseguidores e perseguidos. Podem-se ultrapassar as cordas elásticas de qualquer maneira desde que não as toquem.
Quem for pego fica no local encostado na teia. Após todos serem pegos, os perseguidores se tornam perseguidos.
Vence a equipe que demorar menos tempo para pegar todos os componentes do grupo sem cometer as faltas de tocar no elástico.
3º Atividade
Dividir os alunos em três colunas.
Colocaremos 9 cones (pet) distante da coluna formando uma parábola até o obstáculo que será transposto a seguir.
Ao sinal do professor, o primeiro de cada coluna sai para a corrida de impulsão contornando os cones até o obstáculo e saltar lateralmente. Falar para o aluno impulsionar os braços para cima alternadamente e fazer com que a perna mais próxima do sarrafo se eleve esticada.
Este movimento serve para ajudar a perna de impulsão (que está longe do sarrafo) a elevar o corpo no intuito de transpassar o sarrafo sem derrubá-lo. (Técnica Tesoura).
Se a atividade foi feita com a perna de elevação direita, tentar agora com a perna esquerda.
Mudar os estilos de salto caso tenha o colchão que permita a realização da ultima fase do salto em altura, a queda.*
Avaliação
Criar pautas de observação para analisar as diferentes maneiras como os alunos executaram as sequências dos saltos e o grau de desenvolvimento de cada uma delas. A partir da analise das pautas o professor pode fazer os ajustes com relação aos graus de dificuldades da atividade, com isso propor novos desafios e variações para as aulas a seguir.
Bibliografia
OLIVEIRA, M. C. M. de. Atletismo escolar: uma proposta de ensino na educação infantil.
Rio de Janeiro: Sprint, 2006
COICEIRO, G. A.. 1000 Exercícios e Jogos para o Atletismo. Rio de Janeiro: Sprint, 2005.
MIZUKAMI, M. G. N.; REALI, A. M. M. R.. Formação de professores, práticas pedagógicas e escola.
São Carlos: UFSCAR, 2002.
COSTE, Jean Claude.A psicomotricidade – Rio de Janeiro: Zahar, 1992.
FONSECA, Vitor da. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 1988.
SOARES, C. L. Educação Física Escolar: conhecimento e especificidade. Revista Paulista de Educação Física, São Paulo, supl.2, p.6-12, 1996.
OLIVEIRA FILHO, C.W.; ALMEIDA, G.J.J., A iniciação e o acompanhamento do atleta deficiente visual. IN: Sociedade Brasileira de Atividade Motora Adaptada, Temas em Educação Física Adaptada [S.L], SOBAMA, 2001
MAGALHÃES, Alcídia Faria. Lateralidade: implicações no desenvolvimento infantil. Rio de Janeiro: Sprint, 2001.